O Sol pode esfriar um dia?

O Sol pode esfriar um dia?

sol
Pode parecer estranho, mas a resposta para essa questão é sim, o sol vai esfriar um dia. O destino do nosso astro-rei, assim como o de qualquer estrela, já está traçado: fatalmente ele vai “morrer”. A boa notícia é que nenhum de nós vai estar aqui para ver isso acontecer, já que o processo pode demorar até 7,5 bilhões de anos.
Antes de “morrer”, porém, o Sol vai passar por outros estágios – e vai inclusive aumentar de tamanho, o que será fatal para a Terra em muito menos tempo: “apenas” 1,5 bilhão de anos.
Nos últimos 4,5 bilhões de anos, o Sol está em uma fase estável e vem trabalhando como um grande reator que vem transformando o hidrogênio em hélio em seu núcleo. Quando este hidrogênio terminar, em cerca de 1,5 bilhão de anos, o Sol começará a “queimar” suas reservas de hélio. Neste período, aumentará de temperatura, e as camadas exteriores irão se expandir.
A expansão provavelmente engolirá Mercúrio e Vênus – e possivelmente até a Terra. Mesmo se nosso planeta modificar sua órbita e se livrar de ser engolido, o que restar será totalmente modificado pela mudança de temperatura – e não há chance de haver vida.
“O Sol está consumindo o elemento hidrogênio no seu centro. Consumir, aqui, significa que os núcleos de hidrogênio (H) estão sendo fundidos em núcleos de hélio, o que libera energia. Quando a reserva de hidrogênio se tornar escassa no centro do Sol, ele começará a fundir o material numa camada mais externa ao seu centro. O centro, rico em hélio, quente e denso, não terá reações nucleares. Pela maior produção de energia na camada, e pela sua maior proximidade com a atmosfera do Sol, ela vai aumentar muito de tamanho e vai se esfriar. Essa é a fase de gigante vermelha”, explica o professor do departamento de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Basílio Santiago.
Esta variação de tamanho do Sol deve levar cerca de centenas de milhares de anos, e o seu raio irá se expandir até que o núcleo atinja uma temperatura de 100 milhões de Kelvin, quando uma reação termonuclear começará a transformar hélio em carbono. Quando esta reação começar, o Sol se expandirá muito rapidamente para cerca de 1 mil vezes o seu raio atual, que é de 700 milhões de km, ou o equivalente a 100 vezes o raio da Terra.
Depois de alguns anos, ele voltará a ser de cerca de 100 vezes o raio atual, permanecendo assim por cerca de 1 bilhão de anos, até o fim de sua fase de gigante vermelha. Aí, enfim, o Sol vai começar a esfriar.
Segundo Santiago, quando o hélio se esgotar no centro, agora rico em carbono e oxigênio, o Sol vai começar a queimá-lo numa camada mais externa. Nesta fase, ele também vai perder muita massa. Quando não tiver mais hélio para queimar em nenhuma das camadas, as reações nucleares de fusão no Sol vão acabar.
“Aí, o que vai sobrar é uma região muito densa, quente e rica em carbono e oxigênio, e com um pouco de hélio e hidrogênio residual. A partir daí, será uma anã branca. Sem reações nucleares, esse objeto vai perder energia na forma de luz emitida e, como resultado, vai se resfriar com o tempo”, diz o astrônomo.
Santiago, porém, faz questão de ressaltar que vê todo o processo com naturalidade. “O Sol só vai começar a fundir hélio daqui a uns 5 bilhões de anos, no final da fase de gigante vermelha. Mas é verdade que ele vai lentamente aumentar de luminosidade antes disso, o que vai levar ao aquecimento da Terra a ponto de tornar a vida impossível. Isso deve acontecer em 1,5 bilhão de anos aproximadamente. Pessoalmente não vejo como uma tragédia. Assim é a natureza. Todas as coisas evoluem, têm início, meio e fim”, afirma.
É Possível Trocar De Nome?

É Possível Trocar De Nome?

rg
  Tem cada uma…      
É possível, sim. Aliás, há casos em que não somente é possível, mas é também indispensável. Casos absurdos, como o daquele caipira que chegou ao cartório e disse que queria trocar de nome. “Bem, podemos providenciar isso, mas o senhor vai ter que trocar todos os seus documentos, vai dar trabalho danado!” – explicou o escrivão. Meio encabulado, o matuto disse: “Faz mar não, dotô! No meu caso, carece trocar de quarquer jeito!” Curioso, o funcionário perguntou: “Ah, é? E como é o seu nome?” Mais encabulado ainda, o caipira respondeu: “É Antonho Cocô, sim sinhô…” Esforçando-se para conter o riso, o escrivão concordou: “É… O senhor tem razão, ninguém pode se chamar Antônio Cocô. Mas, me diga, por qual nome o senhor quer trocar?” Com um sorriso vitorioso, o capiau respondeu: “Por Chico Cocô, sim sinhô!…”
Nomes absurdos
Pois é, o caipira não gostava mesmo era do “Antônio”, o resto estava ótimo… Isso foi só uma piada, mas há casos reais, registrados em vários cartórios brasileiros. Veja alguns exemplos incríveis: Agrícola Beterraba Areia Leão – Abxivispro Jacinto – Amável Pinto – Colapso Cardíaco da Silva – Gerunda Gerundina Pif Paf – José Catarro Marques da Silva – Maria Privada de Jesus – Otávio Bundasseca – Padre Filho do Espírito Santo Amém – Um Dois Três de Oliveira Quatro – Vicente Mais ou Menos de Souza… e muitos outros.
Como trocar o nome

Primeiro, é preciso saber que a lei só permite trocar de nome uma única vez. Ninguém pode trocar de nome quantas vezes quiser, porque o nome é uma forma de identificar uma pessoa em virtude de um crime, por exemplo. De modo geral, o nome de alguém é imutável, vale para o resto da vida. Existem, porém, algumas exceções. É necessário contratar um advogado, abrir um processo e o julgamento pode levar até seis meses.
Razões para a troca

Alguém muito conhecido pelo apelido tem direito de acrescentar o apelido na certidão ou até de trocar o prenome. Por exemplo, Luiz Inácio da Silva foi trocado por Luiz Inácio Lula da Silva; Maria da Graça Meneghel poderia ser trocado por Maria da Graça Xuxa Meneghel ou até por Xuxa Meneghel; Édson Arantes do Nascimento poderia virar Édson Arantes Pelé do Nascimento e assim por diante.

Outros casos

  • Pessoas ameaçadas de morte

  • Homônimos (pessoas com nomes iguais)

  • Falsos nomes estrangeiros: pessoas cujos pais, por ignorância, registraram seus nomes estrangeiros erradamente. Maicon vira Michael; Uóxinton vira Washington, Cheron vira Sharon e Sthefany vira Stéphanie
  • Motivo de bullying: nomes que lembrem palavrões ou sejam ridículos. No tempo daquela campanha pelo uso da camisinha (lembram?), muitos Bráulios trocaram de nome…
7 Dicas Para Evitar O Mal De Alzheimer

7 Dicas Para Evitar O Mal De Alzheimer

alzheimer Médicos dos EUA publicaram uma lista de 7 medidas que podem evitar milhões de casos do Mal de Alzheimer.
A importância
De acordo com as pesquisas dos cientistas da UCLA (Universidade da Califórnia),  metade dos casos da doença no mundo se deve à ausência dessas medidas e seria suficiente uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.Os detalhes dos estudos foram divulgados pela revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, em Paris.
Causas
          As causas do mal de Alzheimer ainda não são completamente conhecidas, mas os estudos provaram que diversos fatores estão ligados à doença, inclusive genéticos, de idade e de estilo de vida. Pesquisas mostraram que vários fatores de risco podem ser alterados para evitar a doença, como doenças cardiovasculares, atividades físicas, exercícios mentais e dieta apropriada. No entanto, até agora, não estava definido até que ponto alguém poderia evitar o Alzheimer alterando algum destes fatores. Para obter esta resposta, os médicos usaram um padrão matemático  sobre os riscos do Alzheimer no mundo. Com este padrão, calcularam a porcentagem global de casos da doença que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de exercícios físicos e mentais.
As 7 dicas para evitar Alzheimer
  1. 1.    Praticar mais atividades físicas e mentais.
  1. 2.    Não fumar.
  1. 3.    Ter uma dieta saudável.
  1. 4.    Controlar a pressão arterial.
  1. 5.    Evitar o diabetes.
  1. 6.    Combater a depressão.
  1. 7.    Aumentar o nível de educação.
Os percentuais
Os fatores que causam a maior porcentagem de casos da doença são:
  • O baixo nível educacional (19%)
  • O tabagismo (14%)
  • A falta de atividade física e mental (13%)
  • A depressão (11%)
  • A hipertensão (5%)
  • A obesidade (2%)
  • O diabetes (2%).
Estes fatores contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos da doença. Os pesquisadores se surpreenderam ao descobrir que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, a falta de atividade física e mental e o tabagismo contribuem para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares. Isso indica que mudanças simples no estilo de vida têm uma influência muito significativa no número de casos de Alzheimer.
História do Grand Canyon

História do Grand Canyon

http://static.hsw.com.br/gif/grand-canyon-5a.jpgDesde o período paleoindiano, as terras do Grand Canyon estiveram ocupadas. Foram descobertos restos dos grupos Arcaico, Cesteiro, Pueblo ancentral (ramos Kayenta e Virgínia), Cohonina, Cerbat, Pai, Zuni, Hopi e Navajo. Mas os povos indígenas não foram os únicos a explorar o Grand Canyon. No começo dos anos 1540, os espanhóis foram os primeiros europeus a ver o cânion 13 membros da expedição de Francisco Vasquez de Coronado exploraram a área atrás das lendárias cidades de ouro.
Os primeiros anglos assentaram nos anos 1880 quando missionários mórmons colonizaram a área. Mas foi somente no verão de 1869 que o geólogo e explorador John Wesley Powell fez a primeira expedição de barco pela extensão do cânion. Powell se lançou com um pequeno grupo em quatro barcos para explorar o máximo de extensão possível do rio Colorado e do cânion. Foi uma jornada excitante que custou ao major dois de seus barcos. Entretanto ele provou que o canyon poderia ser explorado.

http://static.hsw.com.br/gif/grand-canyon-ga-3.jpg
O Grand Canyon cobre 365 km, um espaço tão vasto que somente parte dele pode ser visto de qualquer um dos pontos de observação
 
O cânion recebeu proteção federal em 1893 como Reserva Florestal. Trinta e nove anos depois da expedição de Powell, o cânion foi transformado em monumento nacional. E em 1919, três anos depois da criação do Serviço de Parques Nacionais, o Parque Nacional do Grand Canyon foi estabelecido.
O Parque Nacional do Grand Canyon é lar de centenas de marcos históricos. Em 1979, o Parque virou Patrimônio Mundial. Hoje, a área em torno das terras do Grand Canyon é conhecida pela criação de gado, pela exploração de madeira, pela caça e, claro, pelo turismo.
Se você planeja ser um dos cerca de 7 milhões de pessoas que visitam o Grand Canyon anualmente, continue lendo para ver dicas de atividades e locais de visitação.

TJE LANÇA CAMPANHA POR DECLARAÇÃO DE PATERNIDADE

TJE LANÇA CAMPANHA POR DECLARAÇÃO DE PATERNIDADE

O Tribunal de Justiça do Pará lançou ontem a campanha “Pai Presente”, criada pelo Conselho Nacional de Justiça em parceria com os Tribunais nos Estados. O projeto pretende estimular a declaração de paternidade espontânea de crianças sem esse registro.
A juíza Antonieta Maria Ferrari Mileo, coordenadora da Casa da Justiça e Cidadania, explica que o projeto abrangerá Belém e Icoaraci. Foi realizada uma campanha nas escolas públicas municipais e estaduais para estimular as mães de filhos sem declaração de paternidade a procurarem a Casa da Justiça. O pai será convidado a comparecer para o reconhecimento voluntário. Se não houver acordo, será movida uma ação judicial de reconhecimento. No interior, os interessados podem comparecer aos fóruns de Justiça para solicitar a declaração de paternidade.
O direito à paternidade é garantido pela Constituição Federal de 1988. Segundo o censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), cerca de 600 mil crianças brasileiras não possuíam paternidade declarada no registro de nascimento.
A Casa da Cidadania fica na avenida Almirante Barroso, nº 2.380. Os telefones de contato são 3276-6604, 3276-4530 e 32766211.  (Diário do Pará)
Curiosidades Sobre o Cachorro Quente

Curiosidades Sobre o Cachorro Quente

hot-dog
  Determinar a origem de um prato é tarefa (quase) impossível na culinária. Mais ainda quando ele conquista paladares do mundo inteiro, e a receita acompanha a diversidade de hábitos alimentares. De acordo com o lugar onde é preparado, sanduíches com nomes idênticos podem levar açaí, manga, repolho, ovo, purê de batata e uva passa — e esses são apenas alguns sabores que dividem com salsichas o pequeno espaço entre uma fatia e outra de pão. Com vocês, cachorro-quente.
A teoria mais difundida sobre a origem sanduíche é de meados do século XIX, na Alemanha. Conta-se que o açougueiro e produtor de linguiças Johann Georghehner batizou a receita em homenagem a seu cãozinho da raça basset. Mas foi nos Estados Unidos que o cachorro-quente ganhou popularidade. Em Nova York, por exemplo, come-se hot dog na rua com cebola, chucrute e mostarda, costume, por sinal, parecido com o alemão. Isso sem falar no enorme consumo em estádios e eventos esportivos. E isso não é tudo. Abacate, banana, papaia, cebola, feijão vermelho e alho são alguns exemplos de como o preparo varia de acordo com a cultura do lugar
No Brasil, o cachorro-quente tornou-se popular em 1942, com a vinda de norte-americanos para as bases militares durante a II Guerra Mundial. As cinco regiões do País também fazem adaptações na receita. No Sul, ele sofre influência alemã, já no Norte, pode vir com maionese de tucupi e aviú (pequeno camarão de água doce). Em Recife, o sanduíche nem leva salsicha, mas pimentão verde, tomate, cebola e carne moída
Com a riqueza da culinária de São Paulo, a diversidade de cachorro-quente também é grande. Vale tudo na terra da garoa: purê de batata, batata palha, molho vinagrete, ervilha, milho etc. Mas para alguns consumidores quanto mais simples melhor.
Outra coisa que pode mudar o jeitão do sanduíche é o pão. O tipo hot dog, de massa doce, ou baguete, para um sanduíche mais crocante, são os preferidos do brasileiro.
Norte: cachorro-quente com maionese de tucupi, aviú (pequeno camarão de rio), ervas como chicória e jambú, açaí entre outros ingredientes típicos da região. Em Manaus, por exemplo, o cachorro-quente leva o nome de kikão e tem grande variedade de estilos. Desde os mais simples até os mais elaborados com tucupi e outras delícias da cozinha regional.
Nordeste: normalmente servido com uma ou duas salsichas, tem opções com milho, ervilha, batata palha, requeijão, molho vinagrete ( tomate, cebola, pimentão e coentro com azeite de oliva e vinagre), queijos cremoso e ralado. Ali, pão com pimentão verde, carne moída, tomate e cebola também é chamado de cachorro-quente.
Centro-oeste: o pequi também está presente nesta versão do cachorro-quente em forma de molhos, óleos e pimentas aromatizadas, valorizando um ingrediente peculiar desta região.
Sudeste: na região há versões de diversas regiões do Brasil. Purê de batata, milho, ervilha, queijos, ovos de codorna, uva passa, batata palha são alguns exemplos de ingredientes usados no cachorro-quente.
Sul: por conta da influência alemã, podem levar purê de batata, saborosas opções de mostardas, chucrute e raiz forte. A variedade de salsichas é grande.